beerbelly


01/11/2009


QUERO MORAR AQUI!

 

Insano - um dos maiores tobogãs do mundo, 41 metros de altura (doze andares).

 

Estamos em Fortaleza. Uma delícia de sol e calor. Praia e piscina todos os dias. Como é bom viver de sunga...

Visitamos várias praias fora daqui e na sexta fomos ao Beach Park. Eu já estive aqui há uns sete anos atrás. O parque está maior com novos tobogãs. Muita adrenalina.

A praia onde fica o parque está mudada também. Crescendo muito. E num nível altíssimo. Resorts, condomínios luxuosos, casa enormes, piscinas por todos os lados e a maravilhosa praia à frente. Do alto tos tobogãs temos uma bela vista do que se tornou aquele lugar. Da última vez que fui lá, não havia nada além do parque e do Alphaville que estava sendo lançado. Hoje, completamente habitado, este condomínio de luxo possui casas que valem milhões. Já estão lançando o quarto Alphaville em Fortaleza. E vendem muito rápido. Em Curitiba fizeram o Alphaville do lado de uma favela e no lado menos glamuroso da cidade. Erraram feio. Se fosse lá pros lados do Barigui, Ecolville - a nova Curitiba... Whatever!

Mais uma vez comprovo o crescimento economico da Região Nordeste. É impressionante! Quero morar aqui!!!

 

Resort na praia do Beach Park

 

Escrito por kin às 19h38
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12/10/2009


DIA FELIZ!!! (Gay Day!?!)

 

Feliz dia das crianças para todos nós, afinal quem deixa de ter a cabeça de criança, mesmo envelhecendo? Penso que ninguém. Ou eu sou meio retardado mesmo...

Já estamos em Sampa. Aproveitamos para ir ao cinema no Shopping Frei Caneca - o shopping mais gay do Brasil. As filas no cinema pareciam para entrar na THE WEEK, de tanta bill...

Vimos o "Bastardos Gloriosos" com Bradd Pitt - direção de Quentin Tarantino. Quem já viu filmes dele como o "Kill Bill" conhece o seu estilo maravilhoso de edição que dá mais suspense ao roteiro. Amamos o filme. Trata-se de um grupo de soldados americanos - todos judeus - liderados por Aldo (Brad Pitt), enfiltrados na europa nazista (1940), para matarem quantos alemães conseguirem. O filme é longo e perfeito. Veja!!!

 

 

E como hoje é o nosso dia, não pudemos deixar de assistir a um desenho também. Quem me conhece sabe que eu adoro animação.

"9 - A Salvação" é um desenho de Tim Burton. O gráficos são perfeitos e o roteiro criativo comove. Veja também!

 

 

Leia mais sobre "9 - A Salvação":

http://www.pipocablog.com/post/o-longa-9-ja-tem-sinopse-cartaz-e-titulo-nacionais/1571

Escrito por kin às 21h56
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11/10/2009


AMEI CAMPINAS!

 

Eu e o Tatá aproveitamos o feriadão para fugir (mais uma vez) desta terra fria.

Na sexta-feira às onze da manhã partimos. Regis Bittencourt tranquila. Parada no Graal para matar a fominha. Comida a quilo. Boa...

Chegando perto de São Paulo, entramos no Rodo Anel Mário Covas, rodovia que deve circundar toda a mega cidade paulista. Saímos na rodovia Bandeirantes rumo a Campinas. Paramos no posto de gasolina bem no shopping que é uma galeria suspensa sobre a rodovia. Você literalmente atravessa a rodovia por cima, dentro de um centro comercial, com várias lojas e restaurantes. Muito legal! Dali dá pra ver os dois parques temáticos, Wet n Wild e Hopi Hari. Lindos!!! Estávamos ansiosos para voltar ao parque no dia seguinte.

Contiuamos pelos vinte quilômetros restantes até Campinas. Muito perto. Chegamos no hotel às cinco horas.

À noite fomos jantar no Giovannetti, famoso aqui pelo melhor chopp, e é mesmo, e pelos sanduiches diferenciados. Uma delícia!

 

 

 

 

Este bar e restaurante estava lotado e fica no Cambuí, o bairro nobre e descolado de Campinas, com vários bares, restaurantes e casas noturnas. Adorei.

Em seguida fomos na inauguração de um clube gls chamado Divino. Pequeno, muito claro e de música ruim. Lotou e o público era mais elitisado, mas a casa não era de bom gosto.

http://www.divinoloungebar.com.br/

Dormimos cedo para aproveitar o dia seguinte.

No Hopi Hari tem fila pra tudo. Filas intermináveis. Sugestão: Compre o passe livre aí você não perde tempo nas filas. Ah, para comprar este passe você também enfrenta uma fila enorme. Whatever...

 

 

Montezeum - a montanha-russa de madeira - e o elevedor Hadikali

 

Adrenalina a mil. Me diverti muito com a cara de medo do Tatá e suas reações depois de participar dos brinquedos. A montanha-russa também anda de costas. É maravilhoso! Você não sabe o que virá. Foi muito bom!

Campinas é linda e me pareceu ser uma cidade rica, onde gira muito dinheiro. Claro que se vê muita pobreza. Muitas favelas. Quilômetros delas, desde São Paulo. Eu digo que a economia da cidade é grande devido ao consumo excessivo das pessoas e pelo alto padrão do comércio, dos restaurantes, bares, sempre cheios.

Ontem à noite, depois de voltarmos do parque, decidimos visitar o Shopping Parque Dom Pedro, um dos maiores do país. Aqui os shoppings são longe, em rodovias. Para encontrarmos este shopping foi uma novela. Vindo do parque não vi nenhuma placa sinalizando seu endereço. Decidi ir até o hotel pedir ajuda. Me disseram que era muito simples. E realmente é, para quem vive aqui e já sabe o caminho. Mas para o turista falta muita sinalização. Me perdi várias vezes. Entrei em rodovias erradas e os retornos eram sempre a muitos quilômetros de distãncia. Vi uma placa de saída de uma rodovia onde dizia "shopping". Saí. quando cheguei na frente era o Iguatemi. Tudo bem. Conhecemos este também. Depois de duas horas e meio tanque de gasolina, chegamos ao Parque Dom Pedro. Valeu a pena. O Shopping é lindo. Jantamos no Friday`s. Para voltar ao hotel também não foi muito fácil. Mas aqui estamos, não é?

Já decidi. Vou comprar um GPS. Urgente!

Hoje fomos ao Wet n Wild, parque temático das piscinas e toboáguas. Tivemos muita sorte. Estava calor e o sol brilhou o dia todo. Trinta e três graus. Foi demais. Além do bronze na pele, nos divertimos muito. Algumas atrações são muito radicais. Valeu a pena mesmo!

 

 

Entradas:

Hopi Hari : R$ 59,90

Wet n Wild : R$ 58,00

 

Resumo:

Amamos a estada aqui. Tão perto de Curitiba, tão quente, tão alto astral. Para aqueles curitibanos que não sabem o que fazer nos fim de semanas, fica aí uma bela dica. É diversão pura. E você conhece uma cidade diferente, muito bonita, muito charmosa e com povo bem simpático. Os taxista conversam. As pessoas dão bom dia nos elevadores e quando você pede informação são muito prestativos. Lembra Curitiba? NÃO MESMO!!!

 

Leia mais sobre o Hopi Hari:

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/criancas/ferias-hopihari.shtml

Escrito por kin às 19h30
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08/10/2009


SÓ EM NOVELA...

 

 

 

 

Tem coisa que não dá pra engolir mesmo. Não compro!

Imagine a cena, corriqueira em nossas novelas: A campainha da porta toca. A personagem faz cara de espanto, cria-se aquele suspense e ela faz a pergunta clichê - Quem será?

Gente, análise! Isso não existe no Brasil de hoje.

Pense! Na sua casa, alguém tem acesso direto à sua porta, sem passar por um porteiro ou, no mínimo, um interfone? Pense...

E eles fazem isto em todas as novelas. Fico puto!

E quando atendem o celular. Também fazem cara de surpresa e perguntam quem é do outro lado da linha. Nos países que assistem a Globo internacional, vão pensar que aqui os nossos celulares não têm identificador de chamadas.

Existe muito mais coisa que não condiz com nosso cotidiano. Aquelas casas todas super bem decoradas, como se fosse um pedaço da Casa Cor. Até no núcleo pobre das novelas os móveis são, no mínimo, da Tok Stok. Bonito de se ver, mas não é a nossa realidade. Cadê aqueles estantes cheias de enfeitezinhos como as das casas de muitos brasileiros de verdade. Onde estão aquelas toalhinhas floridas que cobrem as garrafas de cinco litros de água mineral? Ou melhor, cadê aqueles filtros antigos de barro? Onde foram parar as toalhas bordadas cobrindo os botijões de gás das cozinhas. Aliás, cadê os botijões de gás? As havaianas que usamos dentro de casa? As camisetas surradas? Nas novelas estão sempre maquiados, arrumados, mesmo de manhã... Até mesmo os pobres! Ridículo!

Whatever! Agora vocês já sabem. Sou noveleiro... Adoro novela. Mas estas ceninhas me irritam. “Sei lá, sei lá. A vida é uma grande ilusão...”

 

 

Escrito por kin às 13h37
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02/10/2009


VIVA O RIO!!!

 

 

 

Gente, eu pulei junto com o Lula na hora em que anunciaram o Rio como sede das Olimpíadas de 2016. Fiquei muito feliz e emocionado.

Sei dos problemas do nosso país. Sempre que viajo para fora, elogio muito o primeiro mundo e faço muitas críticas ao Brasil. Amo este país e é por isso que quero vê-lo um dia lá no topo. Vejo nestes jogos uma bela oportunidade de fazermos as mudanças nescessárias para entrarmos para sempre no rol dos grandes países. Não só em infraestrutura, mas em respeito aos cidadãos.

Sempre escutei que o Brasil é o país do futuro. Gente, o futuro está aí. Quero poder acreditar que o Brasil é o país de 2016, 2017, 2020... Copa e Olimpíadas. Pelo menos num quesito estaremos em primeiro lugar. Em orgulho próprio. Auto estima lá em cima. Aproveitemos esta boa energia para transformarmos este país para sempre.

Parabéns Rio. Parabéns Lula, que teve um desempenho impecável nesse circo todo. Parabéns a nós todos brasileiros.

 

Veja o vídeo do projeto vencedor:

 

 

 

Veja o site oficial:

www.rio2016.com.br

 

Veja as fotos dos projetos para a vila olímpica:

http://www.rio2016.com.br/pt/Galeria/Imagens/Default.aspx

 

 

 

Escrito por kin às 21h51
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01/10/2009


PIZZA "GRÁTIS" NA PIOLA

 

 

Hoje fomos jantar na Piola. Ganhei de aniversário uma pizza individual incluindo uma sobremesa, desde que acompanhado de um pagante. Resumo: com o vinho chileno gastamos 120,00. Sem o presente a conta seria 175,00. Como vocês podem perceber, não é um lugar barato.

Pedi a mais cara do cardápio, já que era grátis. Camarão com rúcula. Muito boa. O Tatá, claro, comeu a "Salvador" - calabresa com funghi e um toque de pimenta. Uma delícia.

O mais legal foi que rimos muito, e nem sei do que. Basta tomarmos um vinho e a gente se diverte...

Ah para aqueles que não conhecem, a PIOLA é uma pizzaria italiana, com lojas em várias cidades do mundo. É famosa pelas pizzas diferentes. Vale o preço...

Em Curitiba está em um casarão antigo no Batel, com decoração moderna e colorida, bem despojada. Vale a pena conferir.

 

SERVIÇO:

Alameda Dom Pedro II, 105
Batel - Curitiba (PR) - Brasil

 
T: +55 41 3225 7725
 
Aberto todos os dias
Horário de Funcionamento:
de Domingo a Quarta das 18 às 24 h
de Quinta a Sábado das 18 à 1 h
 
email: curitiba@piola.it

Escrito por kin às 23h56
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28/09/2009


PARADA GAY EM CURITIBA

 

 

 

Ontem foi realizada a Parada Gay aqui em Curitiba. Eu e o Tatá fomos com alguns amigos dar uma olhada no evento.

Vimos muita gente animada, ouvimos muita música e bebemos algumas cervejinhas dos ambulantes (três Reais).

Porém o que mais me chamou à atenção foi a total falta de policiamento. Não vi um policial ou viatura sequer. Vimos também um grupo daqueles adolescentes da periferia, que usam aquelas calças largas, fazendo um arrastão. Eles levaram o boné caro do meu amigo. Eu escondi o meu na cintura, dentro do meu jeans.

É uma pena que um evento desse porte - 150 mil pessoas participaram neste ano, dentre o público alvo também haviam casais héteros e familias curtindo a festa - seja esquecido pelos poderes públicos.

Saímos logo de lá, pois eu estava muito cansado. Tínhamos acabado de chegar de Balneário Camboriú.

Meus amigos que continuaram lá me disseram que a festa foi excelente.

Esperamos por uma festa ainda maior e melhor para o próximo ano. E com segurança!!!

 

 

Escrito por kin às 21h20
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26/09/2009


ATÉ QUE ENFIM!

Antes de ontem consegui pendurar os quadros. Ficaram perfeitos.

A mesa em vidro preto chegou na terça à noite. Na quarta conseguimos dar o primeiro jantar para alguns amigos.

Servi uma massa com molho de frango indiano, que eu mesmo criei. Todo mundo adorou.

O nosso apartamento, apesar de pequeno, ficou um charme. Perfeito para nossas nescessidades.

E como prometi, quero compartilhar com vocês a decoração, feita por mim e pelo Tatá.

Vejam as fotos:

 

A cama. Compramos as almofadas importadas  em uma charmosa lojinha de decoração em Santa Felicidade. A almafada do meio com penas trouxemos da ZARA HOME da Espanha.

Os posters eu trouxe de Praga.

 

Esta tela do palhaço nós compramos no ano passado quando visitamos Natal - RN. O rack da tv é da TOK STOK. Mais almofadas importadas no sofá preto - reclinável e retrátil - super confortável para curtirmos nosso cinema na TV SONY BRAVIA 52¨.

 

 

Esta tela da baiana nós trouxemos de Salvador. A mesa tem o tampo em vidro temperado pintado na cor preta. Intercalamos duas cadeiras em estilo antigo e duas em acrílico bem modernas. O vaso turco compramos na Cassol e o Cacto foi idéia do Tatá e compramos em uma dessas lojas de jardinagem.

 

Os imãs de geladeira são minha coleção predileta. Sempre que visito uma cidade do mundo, compro o que mais gosto.

 

Escrito por kin às 17h40
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16/09/2009


MIL DESCULPAS!!!

 

Por favor me perdoem. Faz mais de quinze dias que não venho aqui no blog. Mas tenho motivos justos.

Na Europa não tive tempo de pegar no notebook. Quando conseguia um tempinho era para contato de familia e trabalho.

E desde que voltamos de viagem, eu e o Tarcísio estávamos de mudança para nosso novo apartamento. Estas duas semanas foram uma correria.

Bom, o resultado está sendo ótimo. O nosso apartamento tá ficando muito legal. Depois coloco aqui umas fotos da decoração feita por nós mesmos. Faltam alguns detalhes ainda, como os quadros que mandei por molduras e uns espelhos que mandei fazer em uma parede que divide a sala do quarto...

 

Ah, como eu adoro isso. Decorar nosso cantinho com a nossa cara.

 

Bem, gente, é isso...

 

Vou tentar voltar com os posts, sempre com coisas legais (ou não) que passam por aqui, na minha vida...

 

Beijo a todos!

 

Kin

 

Escrito por kin às 11h11
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31/08/2009


MORRO DE SÃO PAULO

(Texto escrito quando eu estava na ilha)

 

 

O portal de entrada para Morro

 

 

 

Saímos de Salvador bem cedo. Nosso Catamarã, uma embarcação de passageiros, partiu às nove horas da manhã do porto que fica próximo ao Mercado Modelo.

A viagem foi longa e custou setenta Reais por cabeça. Durou duas horas e meia e o barco balançou demais. O pobre do Tarcísio vomitou em um dos vários saquinhos próprios para isto, espalhados pelos bancos. Outros passageiros também passaram mal. O truque é comer. Não ficar de estômago vazio e nem cheio de líquidos, por isso nos Cruzeiros servem comida o tempo todo. Esta dica foi dada pela médica do último Cruzeiro que eu fiz.

A péssima experiência do barco finalmente valeu a pena. Chegamos em Morro às onze e meia e o visual da chegada foi incrível.

Na saída do deck há um posto onde se paga uma taxa de R$ 6,50 por pessoa para entrar na ilha. Ali também está um lindo portal enorme e antigo que está deteriorando, pena. Passamos por debaixo dele e fomos direto para o nosso hotel que fica exatamente na frente deste lindo monumento mal cuidado. Por isto o hotel se chama Portaló.

O hotel é maravilhoso, cheio de cabanas laranjas e amarelas perdidas na mata atlântica. Cada uma delas em um ponto mais alto da encosta, ligadas por trilhas que à noite ficam iluminadas. As cabanas foram batizadas com os nomes de vários escritores baianos. A nossa foi Zélia Gattai. Linda. Em um dos pontos mais altos. Na varanda, com uma bela vista do mar, duas redes e uma mesa com cadeiras para contemplarmos o paraíso.

Excluindo a área da piscina, que foi decorada com muito mal gosto pela portuguesa mulher do dono, tudo é perfeito aqui. O atendimento foi sendo nota dez.

O vilarejo é pequeno e não tem acesso para carro, ou seja, não tem carro aqui. O centrinho onde estão as lojinhas, pousadas e restaurantes, tem a rua principal de areia. Achei isto estranho apesar do lugar ser encantador. Fiquei pensando que o prefeito, ou quem seja que cuide do lugar, poderia olhar melhor pelo lugar. Não custava uma rua de pedras como a de Búzios - no estado do Rio. Aquele portal lindo da entrada também merecia restauração. Tem-se a impressão de que somente os empresários donos dos hotéis, restaurantes e lojas, na maioria estrangeiros, cuidam de suas propriedades. O poder público não investe. Uma pena.

Vamos esquecer dos políticos. Aliás este lugar foi feito para se esquecer de tudo. Hoje caminhamos desde o hotel, pela areia, até a praia de Gamboa, onde fica outro vilarejo. No meio do caminho tomamos banho de lama junto com outros turistas estrangeiros. A areia enlameada escorre de um enorme paredão na encosta da praia de Gamboa. Escalamos a argila e brincamos feito crianças. Foi muito legal. Se as propriedades terapêuticas daquela lama não forem reais, a felicidade que ela nos causou já é uma cura para muita coisa.

Dali, por quinze Reais, combinado com um dos guias locais, fomos levados de barco a um banco de areia no meio do mar. Maravilhoso. Dentro do banco existe uma piscina artificial de água quente. Uma delícia. Ficamos lá por uma hora. Em seguida fomos de barco para o continente logo à frente, na Ponta do Curral. Lá caminhamos por areias muito brancas e finas. Um cenário de filme. Lugar intocado. Perfeito.

No barquinho bebemos cerveja e quando voltamos à Gamboa, na ilha, o almoço que havíamos reservado na saída, já estava pronto para ser servido nas mesinhas sob os guarda-sóis da praia. Comemos um Badejo (peixe) grelhado divino. Com um toque de pimenta. Ave...

Quando você vier a Morro de São Paulo, esta ilha baiana maravilhosa, não deixe de conhecer este lado de Gamboa e suas atrações. A maioria dos turistas somente freqüenta as praias tradicionais da ilha, chamadas de primeira, segunda, terceira e quarta praia.

Amanhã iremos para este lado mais conhecido.

Bom é isso. Vou jantar agora, pois a comida está sendo servida ali na nossa sacada... Vela, mar...

Até...

 

O por do sol

 

 

No caminho para Gamboa

 

 

O banco de areia no meio do mar

 

 

Nossa cabana no Hotel Portalo

 

 

Escrito por kin às 14h37
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14/08/2009


UM POUCO MAIS DAQUI...

 

Projeto Tamar - Praia do Forte - BA

 

 

Gente, tenho que confessar: Estou apaixonado por Salvador! Apaixonado pela Bahia...

Hoje fomos para a Praia do Forte mais ao norte, uns 50 km daqui de Salvador. Lá é um paraíso. É onde está o Projeto Tamar, um parque onde você visita e conhece as tartarugas marinhas e outros animais aquáticos da região. Como se isso não fosse suficiente para fazer do lugar um espetáculo, o acesso até o Projeto é um passeio repleto de lojinhas elegantes e de várias marcas famosas, bares, restaurantes, um shopping a céu aberto. E para completar, você sai em uma praia de areia branquíssima e fininha, mar azul turquesa e barracas agitadas com gente bonita. Esta mistura atraiu os investidores e estão saindo vários condomínios lindos e pousadas elegantes. Eu fiquei com vontade de morar lá também.

Isto tudo a uma hora de Salvador.

No caminho indo para lá, antes de sair de Salvador, passamos pela Avenida Paralela, onde tudo está acontecendo hoje. É uma Dubai. Novos e imensos prédios saindo por todos os lados. Condomínios luxuosos e Grandes Shopping Centers. Também pudera, o crescimento econômico aqui é chinês, em taxas de dez por cento ao ano.

Na volta da praia paramos no Shopping Salvador. L I N D O !!! Todo envidraçado, tem uma alameda só de restaurantes chiquérrimos. Enorme, lojas maravilhosas e decoração como nenhum shopping no mundo e olha que eu já conheci muita coisa fora do país.

Se você vier a Salvador, não fique só nos pontos tuísticos tradicionais, pois senão você corre o risco de conhecer o lado feio da cidade, a parte suja, velha, mal cuidade e, me desculpem, fedorenta. Tive a impressão que a Salvador que eles mostram para os turistas é uma e a que eles, os soteropolitanos, curtem, vivem é outra.

Quero morar aqui!!!

 

Praia do Forte - BA

 

 

 

Shopping Savador e Avenida Paralela, o futuro de Salvador

Escrito por kin às 22h10
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SALVADOR

Terra do sol

 

Igreja do Senhor do Bonfim

 

 

Saímos cedo de Mairi rumo a Salvador.

Devolvemos o carro na Localiza e voltamos à pé para o Rio Vemelho, um bairro bem movimentado, com bares e restaurantes.

Ali fica o famoso Acarejá da Dinha. Comemos. Uma delícia.

Fomos de ônibus até a Ribeira, outro bairro distante, para tomar o tradicional sorvete de lá. Muito bom. Prove o de nata com goiabada, uma delícia. De lá fomos caminhando pela praia até a igreja do Senhor do Bonfim. Primeira vez que fui lá. Para chegar lá no alto passamos por um trecho bem barra pesada. sentimo-nos no meio de uma favela. Ainda bem que correu tudo bem.

Por falar nisso, Salvador é linda, mas possui milhares de favelas. Você vê favelas por todo lado. O contrasteentre as classes aqui é muito evidente. porém isso não deixa de ser uma atração também.

No outro dia pegamos praia no Porto da Barra, o lugar mais descolado. Fomos caminhando do Rio Vermelho até lá. Duas horas de caminhada passando pela praia de Ondina, Farol da Barra e lugares incríveis, como umas piscinas naturais que encontramos no meio do caminho. Claro que mergulhamos.

 

Piscinas naturais

 

Pontos de ônibus de Salvador

 

Depois que a Hellen e a mãe dela, que veio buscá-la no fim de semana, foram embora no domingo, eu e tatá fomos a Morro de São Paulo, uma ilha paradisíaca daqui da Bahia. Depois conto como foi lá. Voltamos de lá hoje e passamos muito mal na lancha que nos trouxe de lá. Duas horas de mar agitado. Quase morri. Morro de São Paulo sempre, de barco nunca mais!

Hoje fui com o Tatá numa confeitaria divina que tem aqui na Barra, onde estamos hospedados agora, em um hotel maravilhoso de frente para o mar. O nome da delicatessen é Viva Gula. Veja: www.vivagula.com.br

Eles servem umas coisas que você nunca vai encontrar em outro lugar. Comi uma torta salgada de carne de fumeiro (tipo uma carne seca desfiada, melhor!) com banana da terra e queijo. Meu Deus! Um gozo! É para quem gosta do diferente. Eu adoro.

Bom, vocês já perceberam que sempre que eu falo dos lugares que visitei digo o que comi. É inevitável, para mim toda viagem tem que ser cultural e gastronômica. É assim que se conhece melhor o lugar.

Por enquanto é isso, gente.

Até mais...

 

Eu e Hellen no Acarajé da Dinha

 

 

 

 

Escrito por kin às 23h23
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12/08/2009


MAIRI

 

Pense em um lugar bem pequeno e onde todo mundo se conhece. Sabe aquele cenário de novela das seis? Mairi, pequena cidade do interior da Bahia é assim.

 

Fomos muito bem recebidos pela família do Tatá. Pessoas maravilhosas. A mãe dele fez de tudo para agradar-nos. Ela preparou vários pratos típicos daquela região, nos três dias em que ficamos lá.

No costume do sertão baiano o café da manhã é servido com batata doce cozida, banana da terra cozida, beiju com manteiga (tapioca) - a manteiga vem direto das fazendas da região, meu Deus, só provando... - cuis cuis, também servido com a manteiga, requeijão, que mais parece um pedaço grande de um queijo bem clarinho, levado ao forno e servido desmanchando... Havia também um bolo feito de aipim (mandioca), super consistente, doce e maravilhoso, parecia um pudim de leite condensado. Ta te dando água na boca?

Eu sou suspeito para falar, pois adoro estas comidas mais naturais. Eu estava me sentindo num palácio. Comi muito.

No almoço a Dona Idalina, mãe do Tarcísio, nos serviu caruru, vatapá, feijão tropeiro... Tudo muito bom. Amei.

Em uma das manhãs fomos visitar a Márcia, uma amiga do Tatá. A pedido dele, ela preparou uns pães de queijo e assou na hora para a gente. Porém o pão de queijo deles não é como a gente conhece no sul ou em Minas. É uma massa de pão bem leve que desmancha na boca, servida logo que sai do forno. O queijo ralado é salpicado por cima enquanto quente, daí o nome. Engraçado. Muito gostoso. Comemos um monte deles jogando conversa fora.

 

O inverno na Bahia é ótimo. Quente durante o dia, em torno dos trinta graus, com sol, e à noite é fresquinho. É como o verão de Curitiba.

A tarde fomos ao único clube da cidade, pertencente ao Banco do Brasil, e nos divertimos muito com os sobrinhos do Tatá na piscina. Fomos à pé pois a cidade cabe em alguns quarteirões.

O que mais se vê nestas ruas são botecos, e muitos dos moradores passam o dia afogando sua existência naquele lugar distante. A Márcia disse que tem até um bar evangélico, onde eles servem somente água e refrigerante. E tem público, hare baba...

Para fechar com chave de ouro, fomos levados ao Monte Santa Cruz, um pico de onde se vê toda a região e a pequena cidade de Mairi. Muitos religiosos fazem daquela subida de meia hora uma maneira de pagar seus pecados e realizar promessas. Lá no topo existe uma pequena igreja. Linda. O lugar é maravilhoso. Vale a pena o esforço para chegar lá. Chegamos sem fôlego, e continuamos assim por muitos minutos, devido ao esplendor da vista. Era fim de tarde e a luz do sol, que estava se pondo, estava perfeita.

 

Resumindo, Mairi com sua gente e seus cantos é encantadora. Um pequeno paraíso.

Suas casas são pequenas, não tem mais de cinco metros de fachada por dez metros de profundidade. As salas são estreitas e em todas as casas a cozinha é separada pela estante onde fica o televisor. Paredes coloridas e véus contra as “muriçocas’ (pernilongos) sobre as camas tornam o lugar único e inesquecível.

Ficou claro para mim que as pessoas de lá não querem mais do que isso. Vida simples e com qualidade. Amei de verdade. Voltaremos com certeza!

 

Em frente à casa onde o Tatá nasceu

 

 

Igrejinha no topo do Monte Santa Cruz

 

 

Vista perfeita do Monte Santa Cruz

 

 

Escrito por kin às 18h29
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11/08/2009


consegui internet hj no hotel em morro de sao paulo. vou escrever rápido e sem regras de linguagem.

escrevi um texto sobre mairi e outro sobre morro de sao paulo mas não consigo copiar e colar aqui no blog. não sei porque mas tá dando erro. depois quando eu conseguir publico os textos.

aqui é um paraíso.

na quinta voltaremos pra salvador e se der eu publico os textos e fotos...

bjo a todos

kinho

 

 

 

Escrito por kin às 20h58
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04/08/2009


O INTERIOR DA BAHIA

As cores do fim de mundo

 

Cidade de Mairi - BA

 

 

Segunda, três de agosto. Primeiro dia da viagem de férias. Acordamos bem cedo e aos poucos, com o simpático despertador do celular do Tarcísio, que tocou uma música suave que ia aumentando a intensidade lentamente. Eram seis da manhã.

Dormimos muito tarde no domingo. Ansiedade e malas na última hora, como bom brasileiro.

Muito frio. Nove graus, porém deixamos Curitiba com um belo sol nascendo no horizonte que atrapalhava a direção da minha sobrinha Tina, que nos levou ao aeroporto.

O vôo, regado a bolinho de chocolate Bauducco e salgadinhos Parati, os quais o Tarcísio devorou de ansiedade, sem falar das “trocentas” balinhas 7 Belo que os comissários despejavam em nossas bandejas, foi muito tranqüilo. Conexão em Belo Horizonte. Chegamos a Salvador por volta de uma hora da tarde.

Alugamos um Fiat Idea. Ah, na saída do aeroporto o Tatá comeu um acarajé, claro.

A avenida que deixa a região do aeroporto e das locadoras é cercada por um enorme bambuzal, dos dois lados da pista, e suas folhas se encontram no topo, formando um arco por toda a sua extensão, um túnel natural. Fiquei imaginando a cara que os estrangeiros devem fazer ao passar por ali. Incrível.

O crescimento econômico, muito maior no nordeste, a taxas chinesas, ficou evidente nas obras que cercam toda a Avenida Paralela, que leva ao centro de Salvador. Edifícios modernos e imensos shopping centers pipocam por todos os lados. Eu passara por ali há dez anos e naquela época só se via mato. Não sei dizer se isso é bom...

O trajeto até Mairi, interior da Bahia, onde vivem os parentes do Tarcísio, foi longo, porém de um visual magnífico. O sol brilhava e os belos campos estavam verdinhos, mas descobri que ali é um sertão e que normalmente está tudo seco. Havia muitos cactos. O lugar estava deslumbrante. Tivemos sorte.

Paramos em um belo restaurante numa fazenda onde provamos comida regional, e um pouco mais à frente compramos tangerinas na beira da estrada.

Metade do caminho e fiquei surpreso com o tamanho da cidade de Feira de Santana, cheia de grandes e novos edifícios.

A segunda metade da viagem foi a mais demorada. Um retão que não acabava mais. Não se via nada, nem carros, nem caminhões, nem posto de gasolina, nada. Só os campos (os sertões verdes).

Passamos por dentro de uma cidadezinha onde as casas tinham suas fachadas e, portanto, suas portas, em cima da rua. Várias casinhas pequenas, simples e coloridas - cada uma de uma cor - coladas umas nas outras. Os mais velhos sentados nas varandas vendo a gente e a vida passar. A criatividade, ou falta dela, dependendo do ponto de vista, desta gente ao pintar suas casas é impressionante. Vimos casas amarelas que por dentro tinham suas paredes pintadas de rosa, casas verdes que por dentro eram lilás e assim você pode imaginar o resto do cenário. Casa coloridas e pessoas, também simples, vestindo cores vibrantes. Pensei em como eles deviam ser felizes ali naquele lugarzinho distante e alegre. Para mim, as suas cores significavam isso. Alegria.

No acostamento da precária rodovia de mão dupla, vimos muitas pessoas fazendo dali um parque de caminhada e corrida. O Globo Repórter tem feito bem para todos. Até ali naquele fim de mundo as pessoas estão cuidando mais da sua saúde. Adorei ver isso.

E o Tarcísio devorando as tangerinas. Impaciente, ele quase saltava pela janela do carro.

Agora o sol batia no horizonte, forte, atrapalhando minha visão - eu quase não via a pista.

Lembrei que no início da manhã nós estávamos em situação oposta, no sul do país, com o sol que nascia no leste batendo em nossos olhos, e, por capricho da natureza, no fim do dia nós estávamos no nordeste com o sol se pondo no oeste, em frente aos nossos olhos mais uma vez, numa inversão sincronizada. Percebi que ele nos acompanhara durante todo o dia. Perfeito.

Por do sol amarelo, lindíssimo, e a gente se embrenhando cada vez mais no fim do mundo.

Finalmente, já no escuro, lemos em uma placa de madeira: Bem Vindo a Mairi. Eram seis da tarde.

 

Avenida dos bambus

 

Aventura no sertão

 

 

Escrito por kin às 13h56
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